A surpresa dos aliados europeus diante do desprezo pelo presidente dos Estados Unidos

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O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, e o vice-presidente dos Estados Unidos, J. D. Vance, durante uma reunião à margem da Conferência de Munique sobre Segurança em 14 de fevereiro de 2025.

A surpresa permaneceu na garganta dos diplomatas. No início de abril, Donald Trump levou todos os curtos Anunciando a retomada de negociações entre Teerã e Washington Em vista de um novo acordo nuclear iraniano, sete anos depois de denunciar o compromisso anterior, durante seu primeiro mandato.

Nesse arquivo, uma quarta reunião está marcada para Roma no sábado, 3 de maio, mas ninguém entende, nas capitais européias como em Teerã, onde os Estados Unidos desejam. Nem qual é a equipe que deve liderar as negociações, além do enviado especial essencial do presidente americano, Steve Witkoff, ONU Novice e Diplomacia.

Na Europa, como em outros lugares, vários líderes e diplomatas de alto escalão já estavam no cargo durante o primeiro mandato de Donald Trump (2017-2021). Eles conheciam suas maneiras difíceis, mas se tranquilizaram repetindo que o presidente americano era o primeiro “Transacional” E que, nesse contexto, havia um espaço para discussão. No limite de seu segundo mandato, eles também imaginaram que, educado por sua experiência, ele estaria melhor preparado para o exercício do poder Isso em 2017 e que as relações com seu governo seriam mais profissionais.

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