
Infletindo o preço das negociações de paz para a Ucrânia, até hoje no beco sem saída. Tentando relançar, como Donald Trump deseja, mas acentuando fortemente a pressão sobre a Rússia. Colmate As lacunas nas fileiras ocidentais, para não voltar contra Putin. Essas são as questões cruzadas das discussões realizadas na quinta -feira, 17 de abril, em Paris, por ocasião da visita do enviado especial do presidente republicano, Steve Witkoff, e do secretário de Estado americano, Marco Rubio.
Sua chegada à França deu origem a um ótimo primeiro, dois meses depois O primeiro contato no telefone entre Donald Trump e Vladimir Putinno fundo do antigo continente: discussões entre os Estados Unidos, Ucrânia e europeus, desde que os representantes ucranianos, britânicos e alemães foram convidados, no último minuto, por Emmanuel Macron. As trocas foram estendidas o dia todo em diferentes formatos, sendo o destaque, no final da tarde, uma discussão estendida a todas as delegações presentes.
Em sessão, o chefe de estado francês elogiou “Uma oportunidade importante para ter uma convergência” Entre a Ucrânia e seus aliados, depois que os múltiplos revoltas despertaram no acampamento ocidental pelo retorno de Trump ao poder, apenas três meses atrás. Os Estados Unidos “Entenderam que a paz justa e duradoura só pode ser afetada com o consentimento e a contribuição dos europeus”.
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