O governo americano liderou conversas não publicadas com o Hamas, Donald Trump acentua ameaças

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Os manifestantes Brandish cortou retratos de reféns israelenses durante uma demonstração pedindo o lançamento de todos os reféns, em Tel Aviv, em 6 de março de 2025.

Fiel à sua linha para não falar com movimentos colocados pelos Estados Unidos na lista de organizações terroristas, nunca Washington, como outros países ocidentais, haviam dialogado diretamente com o Hamas. Mídia americana online Axios Assim como a agência de notícias da Reuters revelou, na quarta -feira, 5 de março, que as negociações secretas ocorreram em Doha, Catar, nas últimas semanas, entre o enviado especial americano para os reféns, Adam Boehler e o movimento islâmico palestino.

Os dois partidos discutiram notavelmente o lançamento dos cinco cativos com a nacionalidade americana dos 59 ainda detidos em Gaza, 35 dos quais foram declarados mortos pelo exército israelense. Entre esses americanos, apenas um é considerado vivo: Edan Alexander, 21. Ele apareceu em um vídeo de propaganda, transmitido em novembro de 2024 pelo movimento islâmico. As negociações também teriam se concentrado em outros reféns, bem como na possibilidade de estabelecer uma trégua de longo prazo.

As autoridades do Hamas, sob o pretexto de anonimato, confirmaram o contato direto com o emissário de Washington para o lançamento de reféns americanos na quarta -feira. O escritório do primeiro -ministro israelense emitiu uma declaração de lapidário na noite de quarta -feira, deixando sua desaprovação: “Israel expressou os Estados Unidos de sua posição sobre conversas diretas com o Hamas. »»

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