Acre participa da 69ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher na ONU

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Da Redação

Por Gabrielly Martins

O governo do Acre, representado pela titular da Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), Márdhia El-Shawwa, participa desde segunda-feira, 10, até sexta, 14, da 69ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW, do inglês Commission on the Status of Women), principal evento sobre igualdade de gênero e direitos das mulheres, realizado na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

Sob o tema “Vamos juntas por um mundo mais igualitário!”, o evento visa à revisão e avaliação da implementação da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, documento aprovado em 1995 com o intuito de promover a igualdade de gênero e o empoderamento feminino, além de discutir o fortalecimento de políticas para mulheres na esfera global.

A participação da Semulher, a convite da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, reforça o compromisso do governo na luta pelos direitos das mulheres, além de evidenciar a importância da participação dos estados brasileiros para promover políticas efetivas.

Na ocasião, o Ministério das Mulheres realizará dois eventos simultâneos na sede da ONU, com as temáticas: “Mulheres na aliança global contra a fome e a pobreza” e “Misoginia online: os desafios para enfrentar o ódio e todas as formas de violência e discriminação contra as mulheres”.

Secretária Márdhia El-Shawwa no painel da CSW69. Foto: cedida

“Este encontro, oportunizado pelo Ministério das Mulheres, é essencial para discutirmos sobre um mecanismo de enfrentamento à violência contra meninas e mulheres, abordando seus direitos, políticas de cuidado e igualdade social”, disse a secretária Márdhia El-Shawwa.

Durante a abertura da sessão, na segunda-feira, a ministra Cida Gonçalves listou os grande desafios enfrentados pelo Brasil em relação à igualdade de gênero. “A garantia da democracia é considerada pelo Brasil e pelo governo do presidente Lula estratégia fundamental para assegurar as mulheres em espaços de poder. O segundo é a igualdade salarial entre homens e mulheres, por entendermos que é peça importante para a democracia e para as mulheres de todo o mundo”, destacou.

A ministra ressaltou a necessidade de se trabalhar com recortes sociais e de raça, citando mulheres negras, trans, lésbicas, indígenas e ciganas.

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