
Enquanto Washington está preocupado com a crescente influência de Pequim na região, o Camboja inaugurou no sábado, 5 de abril, uma base naval reformada pela China, mas este último não será usado “Exclusivo”garantido Phnom Penh. Uma delegação militar chinesa estava presente na cerimônia, assim como os representantes dos exércitos de países estrangeiros, observou a agência France-Presse (AFP).
“Não há nada a esconder” Sobre essa base naval, localizada em Ream, no sudoeste do país, disse o primeiro -ministro do Camboja Hun Manet durante um discurso, acrescentando que barcos de outros estados poderiam molhar lá. Washington teme que essa base, com vista para o Golfo da Tailândia, ofereça uma posição estratégica em Pequim nas portas do mar do sul da China, que o gigante asiático afirma quase inteiramente.
Um símbolo de “amizade inabalável” sino-cambodiana
Cao Qingfeng, um funcionário do exército chinês, apresentou este porto como um símbolo de “Amizade inabalável” Sino-Cambodgeian, acrescentando que serviria durante exercícios militares conjuntos, cujas manobras chamadas “dragão de ouro” agendadas para maio.
Phnom Penh é um aliado de longa data de Pequim. Sob Hun Sen, o pai de Hun Manet, que liderou o Camboja com um punho de ferro por quase quarenta anos, a China investiu bilhões de dólares na infraestrutura de seu parceiro, aproveitando a deterioração das relações entre o segundo e Washington nos últimos anos. A Segunda Economia Mundial contribuiu desde 2022 para a reforma do banco de dados naval Ream, construído no início com a ajuda de fundos americanos.



