
Seleção oficial – em competição
É um pouco fácil dizer que O mentor não é o obra de arte (“Obra -prima”) de Kelly Reichardt, figura do cinema americano independente, que pode ter nos deslumbrado no passado, revisitando o ocidental em A última faixa (2010) ET Primeira vaca (2019), ou mostrando o inverso da vida do artista em Aparecendoem competição em Cannes em 2022. Mas esse é o efeito imediato que este último longa -metragem da competição, apresentado na sexta -feira, 23 de maio, na véspera do Palme d’Or, por nós, por nós, por Juliette Binochepresidente do júri deste 78e Edição de Cannes.
Kelly Reichardt, nascida em 1964, desconstruiu aqui o gênero do filme de assalto, imaginando um vôo de pinturas em 1970 – o adesivo do carro sendo a prova – em um museu fictício da cidade de Framingham, em Massachusetts, um estado que o diretor, originalmente de Florida, filmes pela primeira vez.
O cérebro (ou mentor) CASSE, JB Mooney (Josh O’Connor), carpinteiro desempregado, não é um almediano do tipo Al Pacino, semeando o pavor no meio de um banco em um banco em Uma tarde de cachorro (1975), de Sidney Lumet. Ex -aluno de artes, JB é um pai lunar, sem dinheiro, e talvez seja por esse motivo que Kelly Reichardt lhe deu esse sobrenome, Mooney, como uma contração de lua et dinheiro.
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