Menos de três semanas antes do final do exercício da lige 1 de 2024-2025, a imprecisão ainda reina sobre o futuro do futebol profissional francês, mesmo que uma saída da crise se forme cuidadosamente. A mediação fracassada entre a Liga Profissional de Futebol (LFP) e a emissora da Dazn não conseguiu resolver a disputa sobre os direitos televisivos do campeonato, é a vez do novo diretor geral da Mídia LFP, o ex-chefe do grupo M6 Nicolas de Tavernost, tentar resolver uma equação com vários desconhecidos.
Diante da situação de bloqueio nos últimos meses, a LFP havia armazenado, em 15 de abril, na opinião do mediador: uma pausa, neste verão, do contrato atual inicialmente até 2029, ou mesmo antes da entrada em vigor da cláusula, permitindo uma partida no final da temporada 2025-2026.
Para agir o divórcio, o mediador havia proposto que a plataforma britânica paga ao LFP um subsídio compensatório de 120 milhões de euros. Uma solução recusada pela emissora, que continua a liga antes do Tribunal Comercial de Paris – ele exigiu 573 milhões de euros acusando -a em particular “Vice -mercadoria”. A liga havia concluído que o contrato continuou “Com a acusação controversa à chave”.
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