Marcelo Ribeiro
Diante do atropelo sofrido na semana passada – com a derrubada do decreto do aumento do IOF – e da piora do clima entre Executivo e Legislativo, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não veem possibilidade de as coisas se acertarem nas próximas semanas e, por isso, torcem para a chegada do recesso parlamentar para que o Executivo possa articular por um cenário menos controverso no segundo semestre.
A torcida agora é para que os parlamentares não aprontem nenhuma surpresa e imponham um novo revés antes da paralisação dos trabalhos, o que ocorrerá em 18 de julho.
Para essa melhora da relação, além da busca por um diálogo mais azeitado de Lula com os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, haverá um esforço para a normalização do pagamento das emendas parlamentares, que tem sido alvo de reclamação até mesmo de deputados e senadores da base.



