
A poucos passos do Palais Garnier, as linhas de turistas da Rue Sainte-Anne, em Paris, conhecidas por seus cafés asiáticos, japoneses em particular. Às vezes mais de dez metros. Em Slat, gelo ou massa, eles estão esperando para poder provar matcha, este pó verde com um sabor levemente amargo, produzido a partir de chá verde e tradicionalmente usado para a cerimônia de chá no Japão. A mania é geral desde o final de 2024, alimentada por redes sociais, que elogiam o produto como uma bebida mais saudável que o café – no Instagram, a hashtag #matcha tem 8,6 milhões de publicações. A ponto de pesar o risco de escassez no mercado mundial.
Os medos confirmaram em dezembro de 2024 quando Ippodo, um produtor muito famoso de Kyoto, no Japão, anunciou em seu site um limite de um único produto por ordem, por falta de poder atender à demanda, que tem “Explodiu além de todas as expectativas”. No site de outro famoso produtor, Marukyu Koyamaen, a observação é a mesma: escassez de estoque da maioria dos produtos.
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