No Equador, a política de segurança no coração da eleição presidencial

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Os apoiadores do presidente cessante Daniel Noboa, antes de sua reunião no final da campanha presidencial, em Guayaquil (Equador), em 10 de abril de 2025.

Enquanto esperava a chuva parar, Marco Pijal abrigou sob o pequeno quiosque que vende Empanadas em frente ao Hospital Militar em Quito, a capital equatoriana. “Nosso presidente está certo. Devemos colocar na prisão todos os criminosos que apodrecem nossas vidas”diz este comerciante de 47 anos que “Aprovar completamente” A possível chegada de tropas estrangeiras em seu país para ajudar seu presidente na tarefa.

Domingo, 13 de abril, por ocasião da segunda rodada das eleições presidenciais, Marco Pijal votará para re -elevar Daniel Noboa. O presidente de 37 anos, em vigor por dezesseis meses – após a decisão de seu antecessor de provocar as primeiras eleições em 2023 – disse uma guerra impiedosa para as organizações criminais de seu país, levadas por cinco anos em uma espiral de violência. A política de segurança domina o debate eleitoral.

Noboa, que acaba de assinar um contrato de compra de armamento por US $ 64 milhões (56,3 milhões de euros) com Washington, quer reabrir a base militar americana, na costa do Pacífico. Foi fechado em 2009 pelo ex-presidente socialista Rafael Correa (2007-2017).

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