No Festival de Cannes, emoção em torno do documentário sobre o fotojornalista Fatima Hassouna, morto em Gaza

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Ela deveria estar lá, mas, em vez disso, o cineasta Sepideh Farsi brandiu uma foto. O de uma jovem com um sorriso brilhante, com um rosto doce emoldurado por um véu. No Olympia Cinema Hall, em Cannes, quinta -feira, 15 de maio, por volta das 20h, os espectadores se levantaram para saudar a memória de O fotojornalista Gazaouie Fatima Hassounatambém chamado de “Fatem”: em 16 de abril, aos 25 anos, ela morreu, com vários de seus parentes, no bombardeio do prédio onde morava, no distrito de Al-Touffah, no norte da cidade de Gaza.

Nesses tipos de momentos, o público do festival se sente tão preocupado quanto aprimorado. O Presidente do Júri da Competição de Cannes, Juliette Binoche, prestou homenagem a “Fatem”, durante a cerimônia de abertura, em 13 de maio. No dia anterior, Um fórum publicado em Libérationreunindo mais de 300 nomes de cinema (Pedro Almodovar, Leïla Bekhti, David Cronenberg, Adèle Exarchopoulos, Ruben Östlund, etc.), denunciou o “Silêncio” Em Gaza.

O nome de Fátima Hassouna é adicionado àqueles de 200 jornalistas mortos Desde o início da ofensiva israelense, em retaliação pelos ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023. Desde essa data, Fátima Hassouna documentou a vida cotidiana dos habitantes do enclave, cujo Israel proibiu o acesso a jornalistas estrangeiros.

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