
Um juiz americano proibiu, quinta -feira, 24 de abril, no governo Trump de suprimir ou condicionar os fundos federais a cidades ou comunidades de “santuários” que tomam medidas de proteção para os migrantes, julgando essa política contrária à Constituição, De acordo com um documento legal. Este é um novo revés no tribunal para o presidente dos Estados Unidos, que havia prometido durante sua campanha para expulsar milhões de imigrantes em uma situação irregular.
Para pressionar, Donald Trump assinou notavelmente decretos ordenando os ministérios da justiça e da segurança interna, bem como de outras agências federais, para suprimir os fundos alocados a cidades ou comunidades que reivindicam o status dos santuários.
Esse status não oficial corresponde às políticas implementadas por certas autoridades locais e que de fato visa limitar as informações sobre os imigrantes que compartilham com as autoridades federais. Em alguns casos, as políticas locais são proibidas, com essas diretrizes locais, para prender um migrante apenas em uma situação irregular com base em seu status migratório.
Várias cidades, incluindo bastiões progressistas da costa oeste, como São Francisco, Oakland, San Diego, Portland ou Seattle trouxeram o caso perante um tribunal federal. Um juiz federal californiano lhes deu o caso, quinta -feira, proibindo, em uma receita, de “Tome medidas direta ou indiretamente para reter, congelar ou condicionar os fundos federais das cidades e condados” preocupado. Esta decisão é uma liminar, até que o arquivo seja examinado nos méritos.
Stephen Miller, um dos conselheiros mais próximos do presidente, deplorou -se na rede social x que “O golpe judicial continua”retomando uma linha regular de ataque ao campo de Donald Trump contra os juízes que entram em sua política.



