
O novo poder sírio deu seus primeiros passos, sexta -feira, 25 de abril, dentro da comunidade da ONU. O ministro das Relações Exteriores, Assaad al-Chibani, foi recebido na sede da instituição internacional, em Nova York, pelo enviado especial do Secretário Geral da ONU para a Síria, Geir Pedersen e pelos quinze embaixadores do Conselho de Segurança.
A bandeira da revolucionária Síria, com bandas verdes, brancas e pretas atingidas por três estrelas vermelhas, foi içada em frente ao prédio, ao longo da primeira avenida, ao lado da dos 192 outros países membros das Nações Unidas. “É um momento histórico: essa bandeira não é apenas um símbolo simples. É a proclamação de uma nova existência nascida do sofrimento, incorporando um futuro sob o sinal de resiliência, disse al-Chibani. Este dia chegou após enormes sacrifícios. »»
Este momento simbólico vira a página nos quatorze anos de guerra civil, durante a qual o Regime ultra-repressivo de Bashar al-Assad, autor de Crimes de Massaera uma ovelha negra na sede de Nova York da organização multilateral. Seus representantes ficaram lá até o último minuto, mas foram mantidos à distância pela maioria de seus colegas, com a notável exceção dos emissários de Kremlin, protetor de Damasco.
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