
Em meados de maio, a Agência Nacional de Gerenciamento de Resíduos Radioativos (ANDRA) publicou sua nova estimativa do custo total do projeto CIGEO: este centro industrial de armazenamento geológico, onde os resíduos nucleares mais perigosos devem ser enterrados, pode custar entre 26 bilhões e 37 bilhões de euros em um período de cento e cinquenta anos. Em total recuperação do setor, o governo deve se posicionar nessa criptografia antes do início de 2026, e a autorização para lançar esse projeto extraordinário é esperado até 2027-2028.
É nesse contexto que o Tribunal de Auditores analisou as atividades de Andra, um estabelecimento público industrial e comercial, criado em 1991, responsável pela administração de todos os resíduos do setor. Em um relatório a ser publicado na quarta -feira, 4 de junho, ela afirma que a situação financeira da agência é “Saudável e robusto” : Graças à aplicação do princípio “Poluidor paga”, a maioria de seus recursos é garantida pelas contribuições dos produtores de resíduos, principalmente EDF, Orano e a delegacia de polícia de energia atômica e energias alternativas (CEA).
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