
O pôster era envolvente. Terça -feira, 27 de maio, no Perron da Universidade de Hanói de Ciências e Tecnologias, onde Emmanuel Macron acaba de chegar para conversar com os alunos, anuncia um grande banner “Um futuro comum” Para a França e o Vietnã. O presidente da República sorri. A fórmula se enquadra na educação local? O Vietnã é um país cortejado de todos os lados. Sob o ímpeto do novo Secretário Geral do Partido Comunista, a Lam, Hanói pretende subir ao posto de países desenvolvidos até 2045. E se a França vive em mito, um pouco romântica, para manter um relacionamento privilegiado com o ex -colonizado, ocupa um lugar irônico na economia do país.
Macron queria mudar a situação durante essa visita de estado, a primeira etapa de uma turnê no sudeste da Ásia, que o leva à Indonésia e Cingapura. O “Red Thread” de sua viagem é provar que Paris e Hanói, disse ele, “Desafios comuns”. Dez anos antes, “Eu teria te contado sobre um mundo com certeza”ele confidencia na frente do aluno dos alunos. Revoltas geopolíticas, o retorno da guerra e da lógica imperial, aos seus olhos, fizeram os interesses da França e do Vietnã se juntarem.
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